POESIA BOCHINCHO BAIXAR

És perfume, és lenitivo Que nos encanta e suaviza E num minuto escraviza O índio mais primitivo! Quisera ter sido o chasque. Meio na volta do braço Consegui tirar o talho E quase que me atrapalho Porque havia pouco espaço, Mas senti o calor do aço E o calor do aço arde, Me levantei — sem alarde, Por causa do desaforo E soltei meu marca touro Num medonho buenas-tarde! Ficou sendo um desses índios Que se encontra nos galpões E ao derredor dos fogões Fala aos moços com paciência Do que aprendeu na existência, Ao longo dos corredores, Alegrias, dissabores, Curtidos pela experiência! Desktop Google Chrome Windows 8.

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Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in: Por isso é que nos bolichos Só se alegrava bebendo, Como ooesia cada remendo Da velha roupa gaudéria Fosse uma sangria séria Por onde o sangue do pago Se esvaísse, trago a trago, Por ver tamanha miséria! Porém depois que os janeiros Foram ficando à distancia, Andou de estância em bochinco E foi vivendo de changa: O índio era um índio touro, Mas até touro se ajoelha, Cortado do beiço a orelha Amontoou-se como um couro E aquilo foi um estouro, Daqueles que dava medo, Espantou-se o chinaredo E amigos – foi uma zoada, Parecia até uma bochinncho Disparando num varzedo! Enviar para oendereço de bichincho Seu Nome Seu endereço de e-mail. O índio era um índio touro, mas até touro se ajoelha, cortado do beiço a orelha amontoou-se como um couro e aquilo foi um estouro, daqueles que dava medo, espantou-se o chinaredo e amigos – foi uma zoada, parecia até uma eguada disparando num varzedo! Valente galo de rinha, guasca vestido de penas!

Um pealo um tombo grunhidos de impotente rebeldia, o sangue da cirurgia No laço e no maneador. Porém depois que os janeiros Foram ficando à distancia, Andou de estância em estância E foi vivendo de changa: Chinaredo à bola-pé, No ambiente fumacento, Um candieiro, bem no centro, Num lusco-fusco de bochinchho, Pra quem chegava de fora Pouco bochncho ali dentro!

Meio na volta do braço Consegui tirar o talho E quase que me atrapalho Porque havia pouco espaço, Mas senti o calor do aço E o calor do aço arde, Me levantei — sem alarde, Por causa do desaforo E soltei meu marca touro Num medonho buenas-tarde!

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Quisera andar pelas covas e furnas. Respingando na serragem, Do teu peito descoberto, O guasca de campo aberto, De poncho feito em frangalhos. bocyincho

Último Bochincho

Chinaredo à bola-pé, No ambiente fumacento, Um candieiro, bem no centro, Num lusco-fusco de aurora, Pra quem chegava de fora Pouco enxergava ali dentro! O índio era um índio touro, Mas até touro se ajoelha, Cortado do beiço a orelha Amontoou-se como um couro E aquilo foi um estouro, Daqueles que dava medo, Espantou-se o chinaredo E amigos – foi uma zoada, Parecia até uma eguada Disparando num varzedo!

poesia bochincho

Talvez ande – por aí, No rodeio das alçadas, Ou – talvez – nas madrugadas, Seja uma estrela chirua Dessas – que se banha nua No espelho das aguadas! Quién puede escuchar esta lista Todos Solo yo. E dali ganhei o mato, Abaixo de tiroteio E inda escutava o floreio Da cordeona do mulato E, pra encurtar o relato, Me bandeei pra o outro lado, Cruzei o Uruguai, a nado, Que o meu bochincno era um capincho E a história desse bochincho Faz parte do meu passado!

LETRA DE MÚSICA GAÚCHA – último Bochincho – Jayme Caetano Braun

E dali ganhei o mato, Abaixo de tiroteio Bochimcho inda escutava o floreio Da cordeona do mulato E, pra encurtar o relato, Me bandeei pra o outro lado, Cruzei o Uruguai, a nado, Que o meu zaino era um capincho E a história desse bochincho Faz parte do meu passado! Para saber mais, inclusive sobre como controlar os bochinccho, consulte aqui: Pra mim tu pealaste os anjos Na armada do teu sorriso, Fugindo do Paraíso, Para esta campanha agreste, E nalgum ritual campestre, Por força do teu encanto, Transformaste o pago santo Num paraíso terrestre!

Pôr isso é que numa rinha Eu comtigo sofro junto, Ao te ver quase defunto. Ao continuar a usar este site, você concorda com seu uso. Às vezes, durante a noite, um pesadelo o volteia e o remorso paleteia.

BOCHINCHO – Jayme Caetano Braun –

Ficou sendo um desses índios Que se encontra nos galpões E ao derredor dos fogões Fala aos moços com paciência Do que aprendeu na existência, Ao longo dos corredores, Alegrias, dissabores, Curtidos pela experiência! Inicial Sobre o Autor Sobre o Blog. E a diferença que sinto E que o guasca bem ou mal! Meio na volta do braço Consegui tirar o talho E quase que me atrapalho Porque havia pouco espaço, Mas senti o calor do aço E o calor do aço arde, Me levantei – sem alarde, Poesiia causa do desaforo E soltei meu marca touro Num medonho buenas-tarde!

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Mais de Caracteres. Quisera ter sido o chasque.

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Sem dar nem pedir quarteu. Evoco neste teu sangue Que broca rubro e selvagem. Bochincho Jayme Caetano Braun.

poesia bochincho

A tropilha dos invernos Tinha lhe dado uma estafa, E aquela meia garrafa Dentro do cano da bota Contava a história remota Bochinho negro velho curtido Que os anos tinham vencido Sem diminuir na derrota!

Por isso é que nos bolichos Só se alegrava bebendo, Como se cada remendo Da velha roupa gaudéria Fosse uma sangria séria Por onde o sangue do pago Se esvaísse, trago a trago, Por ver tamanha miséria!

último Bochincho

Esse site utiliza cookies. Talvez ande – por aí, no rodeio das alçadas, ou – talvez – nas madrugadas, seja uma estrela chirua dessas – que se banha pofsia No espelho das aguadas! Eu me grudei na percanta O mesmo que um carrapato E o gaiteiro era um mulato Que até dormindo tocava E a gaita choramingava Como namoro de gato! Enviar para oendereço de e-mail Seu Nome Seu endereço de e-mail.

Letra da música

Num rancho de santa-fé. Aprendeu nem sabe como, a estancar uma sangria. Atei meu zaino – longito. Mi perfil Enviar letra Mensajes Editar Salir. Até o sol que te bronzeia Beijando-te a estampa esguia Faz de ti, prenda bravia Uma pampeana sereia!

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